Análise de Designated Survivor

Designated Survivor é uma série produzida pelo canal ABC e disponibilizada pelo Netflix. A história começa com um atentado terrorista ao Congresso americano, durante o discurso do presidente. Todos os membros do gabinete presidencial, vice-presidente, ministros, deputados e a suprema corte morrem no ataque. Resta apenas um secretário de Estado de menor importância política.

Kiefer Sutherland, ator que encarnou Jack Bauer em 24 horas, dá vida agora ao designated survivor. Em uma tradução literal, sobrevivente designado. Pela lei de sucessão americana, sempre que há um evento que reúne toda classe política, um membro do comitê executivo da Presidência deve ficar em um local seguro e isolado. Ele é o responsável por manter o governo em funcionamento, caso haja um ataque terrorista.

Na série o personagem de Sutherland sofre com o impacto de se tornar presidente da noite para o dia. Os episódios iniciais seguem com os desafios dele em se afirmar no cargo. Em paralelo, uma agente do FBI coloca em suspeita o resultado da investigação que aponta um terrorista estrangeiro como responsável pelo ataque.

Sutherland está ótimo no papel. Na verdade, a atuação de todos do casting é excelente. A trama envolvente não deixa a atenção do espectador cair em nenhum momento.

Designated Survivor se junta a outras séries do Netflix que colocam o governo americano em destaque, como é o caso de House of Cards. A comparação, em alguns momentos, entre as duas séries é inevitável. Mas, enquanto House of Cards é mais realista, por se basear na política e seus acordos; Designated Survivor tem sua base nos filmes de ação da linha Invasão a Casa Branca e da própria série 24 horas.

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